segunda-feira, 23 de junho de 2014

" SISOS, JUÍZOS E AMOR "

Não é como adoçar
com mel, açúcar cristal, mascavo,
pedras de glicose de beterraba
ou um colar de pedras preciosas

Brincar de siso
Ficar sem piscar
olhando para o horizonte,
para o infinito
deixando lágrimas escorrerem,
sem motivo

Amar sem calor,
não trás rima,
Ficar sem piscar
brincar de siso,
perder o juízo

Amar é perder o nexo,
perceber todos os sentidos
Não é como uma xícara de café frio,
sem gosto, não serve,
não sorve, amarga...

Ainda são mãos,
sorrisos, um ar na face,
um riso,
uma gargalhada na noite,
e outros rios de risos pela madrugada

É a nudez,
imagens difusas e pálidas
É suplantar, aplacar e encerrar os medos
Amor não aceita juízo de valor,
vistas, não impetra recurso,
pode-se perde-lo por decurso de prazo,
mesmo tendo feito rogativa.

E á luz das vontades, dá-se por encerrado !

















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