sexta-feira, 20 de março de 2015

"RECEITA PARA DESENTORTAR BANANAS, OU COMO ACABAR COM A PRISÃO DE VENTRE"

Quem de nós alguma vez na vida, não sofreu com prisão de ventre?
Incomoda, dá náuseas, mal humor, impaciência, podendo até causar problemas sérios, e riscos à saúde. Especialistas dizem que não só as mulheres são as que mais sofrem desse mal. Mas que porém, atinge grande parte da população masculina, também. Má alimentação, e comida
pobres em fibras e pouca ou quase nenhuma fruta, é o fator preponderante. É o preço da vida moderna.
E o brasileiro, sabichão como ele só, tem várias receitinhas caseiras para resolver o problema; mamão com mel, com caroço e tudo, chá forte de camomila com erva-doce e hortelã, de casca de Jaboticaba, de caroço de Jaca, e uma infinidade de outros. 
Dependendo da gravidade, procura-se um médico, e infalivelmente, ele dirá que é uma virose; receitando então, um laxante. Problema resolvido?
Invariavelmente, ao tomar um laxante, dependendo da dose, pode-se alterar a flora intestinal, matando alguns "bichinhos" que combatem vermes e outros "bichinhos" nocivos à nossa saúde.
Às vezes, temos que tomar um "laxante" para dar prosseguimento às nossas vidas, se errarmos na dose, poderemos eliminar algo que nos é benéfico.
Brasileiro, como eu disse acima, tem essa mania de pensar que tem a solução para resolver tudo, até mesmo para desentortar banana. Se não vejamos, domingo, dia 15/03/2015, em vários rincões(rincão é o máximo, né gente ?), o povo saiu às ruas manifestando sua insatisfação com a presidente Dilma, com a corrupção, contra o PT (partido dos trabalhadores), a sangria aos cofres da Petrobras, classe política, contra os rumos da economia etc e tal. Juntos estavam, o pobre, o preto, o estudante, o rico, o remediado, a classe média, os partidários da intervenção militar, bajuladores, aproveitadores de ocasião, torturadores do período ditatorial, direita, centro, organizações democráticas, e outras nem tanto, todos numa mesma intenção: a derrocada e derrubada da presidente. 
A democracia permite o livre pensamento, a liberdade, o ir e vir, nos expressar, exigir, pedir, conquistar, até mesmo sair às ruas, e nos permitir tudo, ou quase tudo. Depende da dose certa, senão ao invés de matar lombrigas e vermes, pode-se matar algo que nós é benéfico: A liberdade.








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