Cai a noite, cansada,
já quase morta,
Passando o que resta de seu véu
pelas últimas estrelas do céu
O dia vem nascendo,
descendo a ladeira do alvorecer
Abrilhantando a natureza
Motivando o viver
O intimo de cada ser
Modificando o que antes era
e o que agora não mais poderá ser
Não serão as mesmas palavras, futuro passou
como xispa de fornalha,
como lenha de fogueira
Que em contato com o oxigênio se acelera
ou se apaga...
Mortifica o que era vida
e ela continua
Desnuda, em pele,
dolorida e verdadeira
Abrasar a fogueira antes que está se apague
e que as cinzas sejam só lembranças
É devagar, miudinho, devagarinho
estou de prontidão !
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que lindo, reflexivo, pra pensar, mudar ou não.
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