sexta-feira, 22 de junho de 2012

" SE ESQUECI DE ALGUM NOME, FOI PROPOSITAL"

Maria, Ivany, Regina, Louise, Maria Helena, Sandrinha, Salete, Marcia Murakami, Isa, Isabel, Mabel, dos 12 aos 18. Neusa Alves, Rosa, Claudinha, Branca, Joanna, Bety, Neide, Nice, Lucia, Isa, Luy, Marcia Faty, Rosana, Anna Karine, Márcia Catano, Melina, Marina, Marcinha, Elizabeth, Luzia, Mariah, Estela, Iolanda  dos 19 aos 40. Priscila, Mônica, Cleyde, dos 40 aos 43. Cristina, dos 43 aos 53 anos. Todas passaram por minha vida, todas elas tiveram importância relativa ou decisiva em minha formação, como homem e ser humano. Aprendi com cada uma delas, dei e recebi de cada uma, muito amor, carinho, exteriorização de afeto e solidariedade, cúmplicidade, bons momentos compartilhados, felicidades, tristezas, saudade, tempos bons e ruis, bem vividos. Fizemos loucuras, rompemos, reatamos, nos perdemos pelos caminhos da vida, nos distanciamos, cada um seguiu seu rumo.
Só mesmo a memória para me trazer de volta cada nome , cada rosto, mesmo que difuso, pois já não sou o mesmo de 40 anos atrás e memória trai e falha. Mas aos poucos, lembro de cada sorriso, gesto, características, um falar, um sotaque, um olhar, um suspiro, gemido, um momento especial, uma música, um lugar, gentes, festas, despedidas...
Algumas ficaram de fora; vejo o rosto, mas não lembro mais o nome. Engraçado isso. Mas estão nos arquivos da minha memória.
Não estou saudosista, nem melancólico, só me deu essa vontade de relembrar cada uma delas, e daí fazer uma justa homenagem. Muitas perdi o contato, confesso que gostaria de revê-las, sorrir, e agradecer o quanto me fizeram felizes, e me desculpar por não ter sido o cara ideal, mas a vida é assim mesmo, estivemos um para o outro enquanto durou.
Deixo outras de fora apenas para preservá-las, mas sabem que estão no meu coração. Uma em especial, e ela sabe que está aqui comigo e em mim.
Mulherada da minha vida, não me canso de amar, amar é bom e rejuvenesce. Jovens, que por acaso, venham a ler esse texto,  não pensem vocês , que nós os maduros desaprendemos a amar; amamos mas de uma forma um pouco diferente. Não vou lhes explicar, nem dar toques, esperem a sua maturidade chegar, e então poderão entender.
Deixa rolar mais uma música...talvez eu vá para outro capítulo de outras lembranças, de outra saudade, de outras batalhas...
A paz !


Um comentário :

  1. Obrigada pela homenagem.Assim como eu estou em você,saiba que estará em mim sempreeeee!!!!!Adoro vc!

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