domingo, 22 de abril de 2012

" PERDAS E DANOS "

Quando um casal se separa, ocorreram vários fatores que desencadearam a tomada de decisão, sendo unilateral ou não; tal atitude agrega complexas perdas, as psicológicas está entre as principais. Nós, adultos na maioria das vezes, inequivocamente somos egoístas, nos deixamos levar por sentimentos mesquinhos que de roldão,  joga vidas inocentes no turbilhão de incensatas decisões.
A partilha de uma família, gera feridas que jamais serão cicatrizadas. Sempre e pela vida toda os filhos serão os maiores prejudicados.
Não vou falar de lares desfeitos por violência doméstica, pois aí o assunto é muito mais grave; há também a violência psicológica, em que casais se agridem verbalmente, dessa forma contribuem para criar, não só em si mesmos, mas principalmente nos filhos, problemas de relacionamento, fobias, medos e tantos outros desajustes por conta de cisões familiares.
Há casos em que a separação é o caminho ideal, e mais acertado, mas a decisão deve ser tomada com maturidade, serenidade e principalmente visar a integridade psicológica dos filhos. Agir instintiva e egoisticamente, só trará resultados nefastos para todos. Todos perdem.
Aproximar-se e cercar os filhos de atenção, carinho e principalmente de grande afeto , é a receita ideal para aparar e reparar o sentimento de perda, que de certo as crianças sentirão. Tocar a vida adiante e nunca desancar ou depreciar  a (o) ex-companheira (o) para os filhos. Estar mais presente na vida dos filhos, participar de seus momentos importantes, pois o que acabou foi a relação entre o casal, mesmo porque não existe ex-filhos. Estou certo ?

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